sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Por aí: Jardim do Cerco

08-08-2015

O Palácio Nacional de Mafra, também conhecido simplesmente por Convento de Mafra, é o mais importante monumento do barroco em Portugal.
08-08-2015
08-08-2015

Foi mandado construir no século XVIII pelo Rei D. João V em cumprimento de um voto para obter sucessão do seu casamento com D. Maria Ana de Áustria ou a cura de uma doença de que sofria. Este grandioso monumento é constituído por Palácio, Convento, Basílica e Biblioteca.
08-08-2015
08-08-2015
08-08-2015
08-08-2015

Diretamente associado ao convento está o Jardim do Cerco. Este corresponde ao espaço murado onde o rei mandou construir uma Cerca Conventual, composta por jardins e mata.
Originalmente utilizado pela família real, pela corte e pelos frades que habitavam o Convento de Mafra, existiu como um singular espaço de lazer, estando estruturado de modo a permitir passeios pelo bosque, a prática de horticultura e jardinagem e, também, a realização de jogos.
08-08-2015
08-08-2015
08-08-2015
08-08-2015










Pode dizer que este jardim/bosque tinha como objetivo a sustentabilidade do Convento: “é mais uma sala de verdura que um verdadeiro jardim" (Courtils, in Bul. des Études Portugaises, 1965).
Consta que D. João V se inspirou em Versalhes para criar uma geometria na disposição dos arruamentos da zona do bosque, que obedece às conceções estéticas do barroco, seguindo o eixo criado no jardim francês.
08-08-2015
08-08-2015
08-08-2015
Hoje em dia, continuam a ser muitos os atrativos deste espaço de oito hectares. Neste agradável jardim, podemos ver espelhos de água, caminhos largos, árvores frondosas, o poço, o grande tanque central e uma nora centenária ainda em funcionamento, o aqueduto que abastecia o convento e a Horta dos Frades (onde estão à vista as plantas utilizadas nos produtos medicinais/farmácia), entre outros elementos artísticos que caracterizam o Jardim do Cerco. (Informação retirada daqui e daqui)

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Agerato


11-08-2015
Nome científico: Ageratum houstonianum
Sinonímia: Ageratum mexicanum
Nomes comuns: Agerato, Celestina
Família: Asteraceae (ou Compositae)
Origem: México e Perú

29-07-2015
A planta agerato é uma herbácea com um ciclo de vida anual. É ereta, ramificada e geralmente atinge entre 20 a 30 centímetros de altura. A sua folhagem é densa, com folhas pilosas, ovaladas a cordiformes, opostas e de cor verde-brilhante. As suas inflorescências são do tipo capítulo, compostas por numerosas e pequenas flores felpudas, em diferentes tons de azul ou brancas.

Propriedades e utilizações: Há alguns relatos de que esta espécie possui propriedades medicinais, sendo um analgésico natural usado externamente.
Nos jardins, a sua floração vistosa é muito apreciada. O agerato pode ser usado na formação de densos maciços ou bordaduras demarcando caminhos e canteiros. Também pode ser plantado em vasos e jardineiras.
Jardim do Cerco
08-08-2015
Jardim do Cerco
08-08-2015
Jardim do Cerco
08-08-2015
As suas flores são muito atrativas para borboletas e abelhas. Podem, ainda, ser usadas como flores de corte, compondo graciosos arranjos em jarras com água.
Jardim do Cerco
08-08-2015

Cultivo: Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia-sombra. Prefere solos ricos, frescos, bem drenados e irrigados regularmente. Devemos remover as flores murchas para estimular florações sucessivas. Multiplica-se por sementes (estas devem ser semeadas no final do inverno/início da primavera e, normalmente, germinam em 15-20 dias a 22-24ºC).

Curiosidades: O nome do género, Ageratum, deriva do termo grego agêratos que significa “que não envelhece”, em referência à durabilidade das suas flores; Das 43 espécies deste género, o Ageratum houstonianum é a espécie mais cultivada; Esta planta é tóxica para animais de pasto, causando-lhes lesões do fígado.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Mini Melancia


03-12-2014
Nome científico: Melothria scabra
Nomes comuns: Mini-melancia, Mini-melancia-mexicana, Mini-melão, Mini-pepino, Pepino-amargo-mexicano, “Sandita” (“pequena melancia” em espanhol), “Cucamelon/ Mouse Melon/ Mexican sour gherkin” (em inglês)
Família: Cucurbitaceae
Origem: México e América Central
01-08-2015

A planta mini-melancia é uma trepadeira que pode ultrapassar os 3 m de comprimento. Em Portugal é uma cultura de verão, sendo cultivada como anual. As suas hastes são finas e as suas folhas são pequenas, verdes, brilhante e palmadas. Produz flores masculinas e femininas separadas na mesma planta (como as plantas da família das cucurbitáceas). As flores, com cinco pétalas, são pequenas, amarelas, solitárias e nascem nas axilas das folhas. Os seus frutos, mais ou menos do tamanho de uma uva (2 a 5 cm de comprimento), são oblongos, de cor verde-claro com estrias mais escuras, fazendo lembrar pequenas melancias.

19-10-2014
01-08-2015
31-07-2015

Utilizações: Os frutos desta planta são comestíveis e têm um sabor a pepino com um toque cítrico. Podem ser consumidos ao natural, por exemplo em saladas ou como aperitivo temperados com sal e azeite juntamente com azeitonas e pimentos. Outra maneira de os consumir é em forma de pickles, tal como os pepinos cornichons.
As suas flores atraem borboletas e abelhas, sendo a sua presença necessária para que a polinização ocorra.
22-08-2014
22-08-2014
22-08-2014

Cultivo: Esta planta deve ser plantada ao sol. Prefere solos férteis e que retenham alguma água sem que fiquem encharcados. Aprecia regas regulares e locais protegidos de ventos fortes. Sendo uma trepadeira necessita de suportes onde as suas gavinhas se irão prender para que os seus ramos cresçam. Apesar de ser uma cultura de verão, tolera algum frio, mas não suporta geadas.
São plantas mais resistentes a pragas se comparadas com os pepinos (Cucumis sativus).
Multiplica-se por sementes (devemos escolher os frutos mais maduros). No ano seguinte, na primavera, devemos colocar as sementes sobre o solo e cobri-las muito ligeiramente e manter a terra húmida para que ocorra a sua germinação.

Curiosidades: Consta que esta planta foi domesticada e cultivada há muito tempo pelos Incas; Foi descrita pela primeira vez cientificamente em 1866 pelo botânico francês Charles Victor Naudin; Há um pormenor que a distingue das restantes cucurbitáceas: as flores femininas aparecem antes das masculinas.
29-10-2014
31-07-2015
29-10-2014

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