sexta-feira, 21 de julho de 2017

Tecoma stans

23-04-2017

Nome científico: Tecoma stans
Sinonímia: Bignonia stans
Família: Bignoniaceae
Origem: América Central e do Sul

20-04-2017
23-04-2017
A planta Tecoma stans é um arbusto (ou pequena árvores) com um ciclo de vida perene. É uma planta lenhosa, muito ramificada e que geralmente cresce de 1,5 a 6 m de altura. As suas folhas são verdes, pinadas, compostas por folíolos lanceolados com margens serrilhadas e nervuras bem marcadas. As suas flores são de cor amarela-brilhante e têm uma forma tubular. Os seus frutos parecem vagens, mas na verdade são cápsulas deiscentes, alongadas e compridas, verdes no início e castanhas quando amadurecem. Estas quando abrem libertam inúmeras sementes aladas.
28-04-2017
05-07-2017
27-05-2017

Utilizações: Muito usada nos jardins pela sua floração, podendo compor maciços ou plantar-se de forma isolada. Apesar de ser um arbusto, quando tutorado, comporta-se como trepadeira capaz de cobrir pérgulas e muros.
Pode, ainda, ser usada para desenvolver bonsais.
As suas flores atraem insetos, tais como as abelhas.

23-04-2017
28-04-2017
Cultivo: Deve ser plantada em locais com sol pleno. Aprecia solos férteis. Deve ser regada nos meses mais quentes, apesar de tolerar pequenos períodos de seca. A sua folhagem sofre um pouco com as geadas e com os ventos fortes do inverno, mas recompõe-se durante a primevera. Multiplica-se através de estacas e sementes.

Curiosidades: O nome do género Tecoma está relacionado com uma palavra mexicana que designa flores tubulares; O nome da espécie stans significa vertical ou ereto, possivelmente devido à posição das suas flores; O seu fruto contém em média 77 sementes aladas; No Brasil, onde foi introduzida, é considerada uma planta invasora, capaz de inutilizar pastagens e prejudicar a regeneração de áreas degradadas; Da mesma família e com flores parecidas, mas de cores diferentes, temos a Podranea ricasoliana e a Campsis radicans.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Margarida gigante

30-07-2015

Nome científico: Leucanthemum sp.
Nomes comuns: Margarida-gigante, Margarida-de-jardim
Família: Asteraceae (Compositae)
Origem: Europa e Ásia (para a maioria dos membros deste género)

11-05-2016
16-06-2016
A margarida-gigante é uma planta herbácea rizomatosa e com um ciclo de vida perene. Alcança entre 40 a 70 cm de altura. As suas folhas são verde-escuras e têm as margens ligeiramente serrilhadas. As suas flores encontram-se reunidas em capítulos grandes e solitários que se apresentam no final de hastes longas, eretas e firmes.

24-06-2016
Utilizações: Esta planta é muito utilizada nos jardins, pois a sua floração é duradoura. Pode compor maciços, bordaduras, floreiras ou vasos.
31-07-2015
As suas flores são usadas como flor de corte e, para além disso, atraem vários insetos, tais como abelhas e borboletas.
Esta planta utilizada na horta pode servir como “planta-isco”, pois atrai para si os afídeos/pulgões, evitando que estes se instalem nas nossas culturas (de feijão, por exemplo) e sejam mais fáceis de eliminar.

Cultivo: Deve ser plantada em pleno sol, apesar de tolerar a meia sombra. Aprecia um solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, com boa drenagem e irrigado periodicamente. É uma planta rústica que tolera alguns períodos de seca e resiste às geadas. Podemos podar após a floração para que a planta conserve energias. Multiplica-se facilmente (na nossa opinião) pela divisão de touceira, mas também se pode multiplicar por sementes ou estacas.
05-07-2017
15-07-2015
05-07-2017

31-07-2015
Curiosidades: O nome do género Leucanthemum deriva da palavra grega leukos que significa "branco" e anthemon que quer dizer "flor", isto em referência às flores brancas de algumas espécies; 
A nossa planta pode ser Leucanthemum maximum (syn. Chrysanthemum maximum) ou o híbrido Leucanthemum x superbum (syn. Chrysanthemum x superbum) criado por Luther Burbank por volta de 1890. Este híbrido foi desenvolvido primeiro com o cruzamento de Leucanthemum vulgare com Leucanthemum maximum que, posteriormente, foi cruzado com Leucanthemum lacustre e, finalmente, com Nipponanthemum nipponicum. O híbrido final foi chamado de "Shasta" (daí o nome comum em inglês: Shasta Daisy), pois as suas pétalas pareciam tão brancas quanto a neve no topo do Monte Shasta, na Califórnia, onde o horticultor americano os criava; No nosso país, a Leucanthemum lacustre, chamada popularmente de Margação-das-valas, é endémica.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Visitantes: Adscita sp. ou Jordanita sp.

01-04-2017

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Zygaenidae
Subfamília: Procridinae
Género: Adscita sp. ou Jordanita sp.

01-04-2017
Os insetos da subfamília Procridinae pertencem a um grupo de lepidópteros, que apesar de voarem durante o dia, estão mais relacionados com as chamadas “traças” do que com as “borboletas”.

01-04-2017
O género Adscita é muito semelhante ao género Jordanita, pois em ambos os géneros há insetos com as características do fotografado: coloração verde-metálico, um par de antenas, tamanho pequeno (normalmente 2 cm de envergadura), voo diurno, lento e vibrante em baixa altitude, sempre em torno de plantas e flores.

Curiosidades: As suas cores brilhantes são um aviso aos predadores, pois durante todo seu ciclo de vida contêm HCN (Cianeto de hidrogênio); As lagartas são robustas e possuem uma extensão do tórax que pode cobrir a cabeça. 

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